De Pai pra Filho

Eu cresci vendo o Rogério Ceni bater falta

Depois a vida andou e eu larguei o futebol. Quem me trouxe de volta foi o sonho do meu filho.

Por Marlon Rosa · 27 de outubro de 2026 · 3 min de leitura
Marlon Rosa ajoelhado no gramado, à noite, abraçado ao filho, que veste o uniforme amarelo da escolinha
Foto: arquivo pessoal.

Sou são-paulino da época do Rogério Ceni. Goleiro batendo falta, bola no ângulo. Pra mim, futebol era isso.

Aí veio a vida adulta. Casei, a rotina apertou e, sem perceber, eu parei de acompanhar. Tabela, contratação, quem subiu, quem caiu: fui perdendo tudo.

Quem me trouxe de volta foi o meu filho.

Ele sonha em ser jogador. E quando o filho sonha, o pai vai junto: treino, escolinha, peneira, conversa sobre jogo no carro. Voltei a ver futebol pelos olhos dele.

E o Bobinho eu faço junto com ele: é ele quem me ajuda a escolher as pautas.

E voltei num momento curioso: o meu São Paulo não anda nos seus melhores dias. Vou falar disso aqui também, com a resenha que o momento pede.

O que é o Bobinho

O nome vem da roda de bobo, aquele treino que toda escolinha faz: a bola rodando e um no meio correndo atrás. Todo mundo que jogou bola já ficou de bobinho um dia.

Aqui a ideia é falar de futebol do jeito que se fala na resenha, mas com informação checada: todo fato com fonte, nada de boato tratado como notícia.

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Da Série D à Champions League, de pai pra filho. Bora junto? Conta pra gente: quem foi o ídolo que te fez gostar de futebol?

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